Então o Trump é dado a eventos, factóides, que seriam saborosos em Literatura, se bem conduzidos. Mas, os insensíveis mandam no mundo, e os advogados Obama e Michele eram, "apenas", parte de uma espécie de Pastoral de Necessitados, então, levam, às costas, o peso do mundo das demandas humanitárias, já o Trump é o Capitão do Mato.
Vê-se o resultado em peça, já encenada em teatro de arena da Pça. Roosevelt - coincidente nome, autoral da Amazônia que olha o Caribe por nós, e premiada desde Manaus, denominada "Banana Mecânica", referenciada à época pela Fôlha de São
Paulo, que traz a Chiquita Banana, que representa uma republiqueta da América Central que sofreu com "dumping" - domínio de toda cadeia produtiva: porto e transporte desde a produção, da exportação até a importação, por empresas americanas.
Ali não sobrou nem árvore, como no Haiti, onde por devastação econômica - francesa e depois americana, abateu-se uma construção arquitetônica sobre a pediatra, da nossa multimistura, a Zilda Arns.
rrr./
domingo, 3 de dezembro de 2017
Pequena História em Política Pública - Saúde Ambiental.
Em Santos a política da professora de História do Estado de São Paulo, e advogada, Telma de Souza - prefeita, com o Dr. David Capistrano Filho - professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, enquanto Secretário de Saúde dela, ao se despoluir as praias, ao reativar as comportas dos canais, de águas pluviais, de Saturnino de Brito - engenheiro sanitarista também do E.S.Paulo; o fechamento da Casa de Saúde Anchieta - degradação humana em forma de internação psiquiátrica; urbanização da Vila Gilda - casas de palafitas, já com David prefeito; instalação da rede de policlínicas - consolidação do SUS, em Santos; bolsa em pós graduação, lato sensu, em Saúde Pública, com 50% custeado pelo município. Programas de Políticas Públicas implantados.
rrr. - Pós Graduado em Saúde Pública, lato sensu, pela UniSantos / Saúde Ambiental.
rrr. - Pós Graduado em Saúde Pública, lato sensu, pela UniSantos / Saúde Ambiental.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Cocaína ao mar!
Álcool não pagasse impostos, também seria dosado no mar (*)!? A busca pelo prazer, sem aquilo que denota amor - o limite! A criança busca o limite, mesmo imanente, quando paga, nesse caso já grande, com a própria vida, para se sentir amada! Sinto muito!
rrr./
https://www.tratamentodeagua.com.br/litoral-sp-100-vezes-mais-cocaina-no-mar-costa-eua/
rrr./
https://www.tratamentodeagua.com.br/litoral-sp-100-vezes-mais-cocaina-no-mar-costa-eua/
domingo, 26 de novembro de 2017
Despacha-me.
(“Naquele Verão”)
No Solemar, em pernoite, dentro do edifício dos correios. Para tal fim utilizado, só durante o dia. Ali pronto atendimento médico, do entardecer ao raiar de novo dia. Uma vez por semana era ingerido, solitariamente, um saco de bisnaguinhas “Seven Boys” recheadas com requeijão em pote. Por condenado passado. Trancado em egoístico quarto de hora, em dependência de resolver uma pendenga. Queria engordar-se em conteúdo, envelopado em roupa branca. Uma missiva humana, a ser despachada pela manhã. Com aviso de recebimento, ao destinatário, em prova de aceitado modelo. Rechonchudo que tapou, um dia, sua visão em aula. Recebeu resposta assinada, em desvio de tal "correspondência", do chefe de laboratório. Falência de sua lactase, exaurida ao absorver tantos derivados de vaca!
Já de outra feita pernoitava no Belas Artes, outro bairro mais ao sul. Deparou-se, em plantão geral, com a notícia. Homônimo a seu desafeto, o destinatário em foco, se encontrava por igual período, o colega em maternidade, no bairro do centro.
Ele arteiro, porém, ainda longe de plenitude de Belas Artes, e outro já ao centro daquilo que todos nós temos. Alvo naquele novembro azul, em compulsório movimento, agora repetido. Um arteira flecha e outro tal alvo. Este à frente colocava-se inerte, não mais agora, por tempo suficiente para fazer-se mira, como um dia em aula!
O professor cuidador de ambos, apenas preocupara-se em nada quebrar seu endoscópio, naquele dia. Este sem orifício à adentrar, como objeto de estudo, até ali. Não adentrado, naquela aula prática, no Carface azulado, quase engasgado, que vaticinou:
- Nunca mais faça isso.
Nunca mais!
rrr./
No Solemar, em pernoite, dentro do edifício dos correios. Para tal fim utilizado, só durante o dia. Ali pronto atendimento médico, do entardecer ao raiar de novo dia. Uma vez por semana era ingerido, solitariamente, um saco de bisnaguinhas “Seven Boys” recheadas com requeijão em pote. Por condenado passado. Trancado em egoístico quarto de hora, em dependência de resolver uma pendenga. Queria engordar-se em conteúdo, envelopado em roupa branca. Uma missiva humana, a ser despachada pela manhã. Com aviso de recebimento, ao destinatário, em prova de aceitado modelo. Rechonchudo que tapou, um dia, sua visão em aula. Recebeu resposta assinada, em desvio de tal "correspondência", do chefe de laboratório. Falência de sua lactase, exaurida ao absorver tantos derivados de vaca!
Já de outra feita pernoitava no Belas Artes, outro bairro mais ao sul. Deparou-se, em plantão geral, com a notícia. Homônimo a seu desafeto, o destinatário em foco, se encontrava por igual período, o colega em maternidade, no bairro do centro.
Ele arteiro, porém, ainda longe de plenitude de Belas Artes, e outro já ao centro daquilo que todos nós temos. Alvo naquele novembro azul, em compulsório movimento, agora repetido. Um arteira flecha e outro tal alvo. Este à frente colocava-se inerte, não mais agora, por tempo suficiente para fazer-se mira, como um dia em aula!
O professor cuidador de ambos, apenas preocupara-se em nada quebrar seu endoscópio, naquele dia. Este sem orifício à adentrar, como objeto de estudo, até ali. Não adentrado, naquela aula prática, no Carface azulado, quase engasgado, que vaticinou:
- Nunca mais faça isso.
Nunca mais!
rrr./
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Ode em Fuga!
Foge-se daquilo que desarma, pois simboliza falta de agressividade que nos é imposta por uma Cultura datada. À mulher "caberia agir sozinha" junto ao filho, este que mais fragiliza a defesa do pai. Ode à coragem dela.
rrr./
rrr./
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Capitão do Mato!
O feriado movimenta o turismo interno se, legal e perenemente, junto ao final de semana - como no Japão. O escravo daqui "não quer" copiar o que é libertário e, além de trabalhar demais, repete o discurso do capitão do mato - persecutório, pra não ser levado ao pelourinho. Ah, vá! Sinto muito.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
O Nome Do Menino - editado.
("Meu Ideal Seria Escrever").
Escrever! É sua construção redentora! Escrita vívida, em remissão!
Elegia! Se consoante reluta, evoca vogal. Entroniza, reina!
A rua recebe o sol da manhã e, desde cima do Morro do Itararé, desperta mais tarde a gente. Há sombra projetada da casa de um menino que, de tão próxima dali, não é alongada pelos raios de luz quase verticais pra vencer tamanho cume.
Mário deixa de ser, homônimo em seu gênero ao Maria de suas irmãs ou de ancestral, sem nunca ter sido, em obstada proposta, por compulsão daquele ao jogo de azar. À sombra de gozosa vontade de gestar, jaz inominada, a sua ensejada natividade que alavanca gratidão da prole ou não, agora cessada por sua varonil chegada.
- Qual o nome dado? Pergunta sua tia avó.
- Essa decisão fica pro nascimento. Responde seu pai.
O Sol nasce todo dia e tem um nome, já aquele menino é, prestes a se esparramar em seu mundo, alvo da busca do seu. Nasce e faz sombra sobre o gestar, agora obstado, de eventuais conceptos.
Ele já está grande, quando pega um triciclo que é de todos. Joga-o contra uma pilha de tijolos ali, sobre a calçada, empilhados para tal impacto. Outra barreira está, intransponível à bola por ele compartilhada no jogo de rua, contida em roseiral, da jardineira que aquela devolve, em algoz decisão, findo o entusiasmo nela, tornada alvo por tantos chutes imprecisos.
O mar está entre morros, assim protegido das ondas oceânicas, em aparente brevidade à travessia, desmentida por numerosas braçadas, cavadas na água, que impulsionam a prancha de isopor do menino. No outro extremo da ilha há esforço, desmedido de seus bíceps e tríceps, em ataque à curva rumo ao mar aberto, contra a maré enchente, na baleeira do clube de regatas.
O rabiscar de sua protagonista caneta traz, na escrita, o seu nome: Menino, no coadjuvante papel.
Antes de escrever há percepção de que é um menino escrito.
Sua mão está firme, seguida por sua ideia. À direita é escrito o que sua mente apenas copia. A ponta da caneta só aponta. Os olhos veem, ainda sem enxergar, o momento.
Há, ali onde ele trabalha, um ventilador em assemelhado ficar, com volteios, de sua grafia azul, depositada no papel que a recebe. Já as linhas são de outro tom azul, que contrasta com o vazio, sob branca nuvem que se deixa descortinar, para visão do céu.
rrr./
http://ricardorutiglianoroque.blogspot.com.br/2017/10/nome-do-menino.html
Escrever! É sua construção redentora! Escrita vívida, em remissão!
Elegia! Se consoante reluta, evoca vogal. Entroniza, reina!
A rua recebe o sol da manhã e, desde cima do Morro do Itararé, desperta mais tarde a gente. Há sombra projetada da casa de um menino que, de tão próxima dali, não é alongada pelos raios de luz quase verticais pra vencer tamanho cume.
Mário deixa de ser, homônimo em seu gênero ao Maria de suas irmãs ou de ancestral, sem nunca ter sido, em obstada proposta, por compulsão daquele ao jogo de azar. À sombra de gozosa vontade de gestar, jaz inominada, a sua ensejada natividade que alavanca gratidão da prole ou não, agora cessada por sua varonil chegada.
- Qual o nome dado? Pergunta sua tia avó.
- Essa decisão fica pro nascimento. Responde seu pai.
O Sol nasce todo dia e tem um nome, já aquele menino é, prestes a se esparramar em seu mundo, alvo da busca do seu. Nasce e faz sombra sobre o gestar, agora obstado, de eventuais conceptos.
Ele já está grande, quando pega um triciclo que é de todos. Joga-o contra uma pilha de tijolos ali, sobre a calçada, empilhados para tal impacto. Outra barreira está, intransponível à bola por ele compartilhada no jogo de rua, contida em roseiral, da jardineira que aquela devolve, em algoz decisão, findo o entusiasmo nela, tornada alvo por tantos chutes imprecisos.
O mar está entre morros, assim protegido das ondas oceânicas, em aparente brevidade à travessia, desmentida por numerosas braçadas, cavadas na água, que impulsionam a prancha de isopor do menino. No outro extremo da ilha há esforço, desmedido de seus bíceps e tríceps, em ataque à curva rumo ao mar aberto, contra a maré enchente, na baleeira do clube de regatas.
O rabiscar de sua protagonista caneta traz, na escrita, o seu nome: Menino, no coadjuvante papel.
Antes de escrever há percepção de que é um menino escrito.
Sua mão está firme, seguida por sua ideia. À direita é escrito o que sua mente apenas copia. A ponta da caneta só aponta. Os olhos veem, ainda sem enxergar, o momento.
Há, ali onde ele trabalha, um ventilador em assemelhado ficar, com volteios, de sua grafia azul, depositada no papel que a recebe. Já as linhas são de outro tom azul, que contrasta com o vazio, sob branca nuvem que se deixa descortinar, para visão do céu.
rrr./
http://ricardorutiglianoroque.blogspot.com.br/2017/10/nome-do-menino.html
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