domingo, 30 de julho de 2017
Crise Civilizatória.
"A crise é civilizatória" - Lázaro Ramos, maquiada como econômica e debitada a governo finalizado dramática e recentemente, mesmo eleito democraticamente. Por quem tragicamente nega humana condição, agora à interlocução, é imposta panaceia de símbolo estrangeiro - governo ao norte, mesmo em desintegração, mas pintado como modelo e contraponto ao pseudo drama das pedaladas fiscais, estas impostas por pauta bomba de congresso asfixiante - nexo causal incivilizado, geradora da atual tragédia - percebida em sorriso desairoso, da direita incivilizada.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Pão com Mortadela e Tapioca.
Pão com Mortadela e Tapioca!
S audável
A limento
N ativo -
D á-se!
U rge
B rasileiro
A limentado!
T ua
A tenta
P ostura
I nduz
O utra
C anção,
A pazigua!
rrr.
S audável
A limento
N ativo -
D á-se!
U rge
B rasileiro
A limentado!
T ua
A tenta
P ostura
I nduz
O utra
C anção,
A pazigua!
rrr.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Poética em busca da prosa!
Apresentado por dois sócios, mais antigos, me dispus a representá-la, enquanto AMS Santos, no CONDEMA - Conselho de Meio Ambiente de Santos, em 1989, já APM Santos na CIST - Comissão Intersetorial da Saúde do Trabalhador, e em Conferência Nacional de Saúde Ambiental (vide em foto a ser postada abaixo). Cantor do naipe dos baixos, no Coral da Associação dos Médicos de Santos por quase oito anos, junto à cantora de contraltos - a Gisela, minha co-associada, a frequência era semanal. À frente da demanda de cuidar da água, além peixinhos, desenvolvo programa de saúde ambiental, requerido, em Santos e São Vicente, em âmbito municipal local - junto às escolas de cinco municípios vizinhos, e no palco Zéllus Machado - concha acústica de Santos, no Ágora Caiçara - Caminhada Poética à Saturnino de Brito (aniversário de 150 na estátua do pescador caiçara e nos 153 anos na concha), e à Mulher Caiçara onde Estiver, com atividade litero musical, a ser aferido, tal programa, dentro dos parâmetros permeáveis no depositário fiel do passivo ambiental - o trabalhador. Harmonizar, assim, minha lide profissional ao empréstimo de minha voz ao adestramento, como antigo chefe escoteiro, é o desafio, num conjunto - interdisciplinar, não considerado especialidade médica - Saúde Pública. Quiçá sensível à demandas perceptíveis.
Gratidão.
Apresentado por dois sócios, mais antigos, me dispus a representá-la, enquanto AMS Santos, no CONDEMA - Conselho de Meio Ambiente de Santos, em 1989, já APM Santos na CIST - Comissão Intersetorial da Saúde do Trabalhador, e em Conferência Nacional de Saúde Ambiental (vide em foto a ser postada abaixo). Cantor do naipe dos baixos, no Coral da Associação dos Médicos de Santos por quase oito anos, junto à cantora de contraltos - a Gisela, minha co-associada, a frequência era semanal. À frente da demanda de cuidar da água, além peixinhos, desenvolvo programa de saúde ambiental, requerido, em Santos e São Vicente, em âmbito municipal local - junto às escolas de cinco municípios vizinhos, e no palco Zéllus Machado - concha acústica de Santos, no Ágora Caiçara - Caminhada Poética à Saturnino de Brito (aniversário de 150 na estátua do pescador caiçara e nos 153 anos na concha), e à Mulher Caiçara onde Estiver, com atividade litero musical, a ser aferido, tal programa, dentro dos parâmetros permeáveis no depositário fiel do passivo ambiental - o trabalhador. Harmonizar, assim, minha lide profissional ao empréstimo de minha voz ao adestramento, como antigo chefe escoteiro, é o desafio, num conjunto - interdisciplinar, não considerado especialidade médica - Saúde Pública. Quiçá sensível à demandas perceptíveis.
Gratidão.
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Lorenzetti.
Lorenzetti.
L ua -
O rgia
R omantizada,
E mascula
N oite,
Z oa
E negrecida
T ecitura,
T ola
I mensidão.
rrr.
L ua -
O rgia
R omantizada,
E mascula
N oite,
Z oa
E negrecida
T ecitura,
T ola
I mensidão.
rrr.
domingo, 25 de junho de 2017
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Ágora Caiçara.
Ágora Caiçara.
O sol com seus raios
o filho da pesca
da praia avista.
Há sombra rasteira.
Passarinho às costas,
graveto no bico.
Cochilo na praia.
Dueto trinado
preguiça afasta.
Vir à ser menino -
voa, livre e solto,
pra que o mar ajude.
Só peixe sacia,
a fome afasta.
Mergulhão virá,
cardume, partilha.
Espuma da onda
correnteza castra.
Caiçara desnuda
o mar horizonte.
No remoto tempo,
naquele penhasco,
avista o pássaro
que mergulha n'água.
Sinal a ser dado
pro par avistado
a rede soltar -
dia à começar.
Cruzar com riqueza
meu rumo mudar.
A tarde só cai,
a lua levanta.
Portuguesa ama,
guarani à encanta.
O negro sorri
no porto caixotes.
É noite seguinte
fumaça fogueira
conversa fora ágora.
Dançar um fandango.
Tocar a rabeca
pro vento levar.
rrr.
O sol com seus raios
o filho da pesca
da praia avista.
Há sombra rasteira.
Passarinho às costas,
graveto no bico.
Cochilo na praia.
Dueto trinado
preguiça afasta.
Vir à ser menino -
voa, livre e solto,
pra que o mar ajude.
Só peixe sacia,
a fome afasta.
Mergulhão virá,
cardume, partilha.
Espuma da onda
correnteza castra.
Caiçara desnuda
o mar horizonte.
No remoto tempo,
naquele penhasco,
avista o pássaro
que mergulha n'água.
Sinal a ser dado
pro par avistado
a rede soltar -
dia à começar.
Cruzar com riqueza
meu rumo mudar.
A tarde só cai,
a lua levanta.
Portuguesa ama,
guarani à encanta.
O negro sorri
no porto caixotes.
É noite seguinte
fumaça fogueira
conversa fora ágora.
Dançar um fandango.
Tocar a rabeca
pro vento levar.
rrr.
domingo, 18 de junho de 2017
Pensil à Ponte - Saturnino de Brito.
Pensil à Ponte - Saturnino de Brito.
Jardim dessa praia
empresta perfume.
Na Camélia há
a ternura alva,
um presente ao frio -
anuncia rega.
Em nosso sentir
evocação seca,
mas tão generoso -
traz contraste à
fala que apaixona,
para que encante.
Enquanto os barcos
levavam seus frutos,
prancheta à mão
elegante gesto -
despinguela tempo,
nessa passagem.
Antigo trabalho.
Regiões nativas.
O inegável une.
Nutrida ontológica!
De emaranhados
banhados, regatos.
Tão navegável
quanto onipresente,
se presta à caminho -
nosso Mar Pequeno,
vai do continente
à ilha vizinha.
Em certeza há
viver o presente.
Transcendente sábio -
do Catiapoã
vai ao Japuí,
justo à viagem.
Sugestiva Arte
a mente sacia -
música em alma.
Flutua em bruma
o meu pensamento
matéria celeste.
rrr.
Jardim dessa praia
empresta perfume.
Na Camélia há
a ternura alva,
um presente ao frio -
anuncia rega.
Em nosso sentir
evocação seca,
mas tão generoso -
traz contraste à
fala que apaixona,
para que encante.
Enquanto os barcos
levavam seus frutos,
prancheta à mão
elegante gesto -
despinguela tempo,
nessa passagem.
Antigo trabalho.
Regiões nativas.
O inegável une.
Nutrida ontológica!
De emaranhados
banhados, regatos.
Tão navegável
quanto onipresente,
se presta à caminho -
nosso Mar Pequeno,
vai do continente
à ilha vizinha.
Em certeza há
viver o presente.
Transcendente sábio -
do Catiapoã
vai ao Japuí,
justo à viagem.
Sugestiva Arte
a mente sacia -
música em alma.
Flutua em bruma
o meu pensamento
matéria celeste.
rrr.
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