(“Não foi minha melhor idade”).
Cemitério amargo é o do humor.
- Quer fazer de seu comportamento um padrão de normalidade ou moeda de troca!?
- É que meu corte de cabelo não é bem humorado!
- O que representa, então!?
- Despojado, estou, do ego. Viceja como ápice de meu alterego!
- Assemelhado está ao eriçado pelo de capivara!
Que os convivas relevem, tal fala inadvertida, na defesa do roedor em detrimento à imagem do professor.
- Você se entusiasmou ao apresentar seu conto Capivara em Mogi, dentro da “Arte de Amar”.
- Mas, foi depois que ele se referiu à obra como sendo outra “coisa”, né!?
- Relevar essa brincadeira, se audível compulsoriamente em sala.
Mas, ele defendeu o personagem do conto pautado sobre amor. A oficina por ele recebida foi o que o motivou. Ao termino do dizer ele retrucou ao ataque feito. À tese da capivara ser uma maravilha sobreveio antítese de seu interlocutor, de que não gostaria de ser uma. Ao que voaram poucas palavras em retrucada síntese, em direção ao dono do cabelo espetado.
- Ausento-me do cafezinho à saída. Poupo alguém de voluntariosa postura, em um Fla-Flu, deselegante se explicitada em gesto.
O convívio de ontem se explica, ao rebobinar a fita. Vindo de lançamento na livraria Realejo, um dia antes, de obra bem humorada: "A Jaca do Cemitério É Mais Doce".
rrr./
terça-feira, 10 de outubro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
FESTA NA MARATHON:.
F esta
E stúdio!
S exta-feira
T em
A niversário!
D elícias
A o
M eio-dia
À
R efeição!
A nda!
T ua
H omenagem:
O de /
N ovembro.
rrr./
FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO MARATHON – 2017, corpo discente e docente em parceria (12:00h. da última sexta-feira de novembro – 24/11/2017):
ALUNO(A): aniversário da Camila;
PROFESSOR(A) e FUNCIONÁRIO: aniversário do Cyro;
ALUNO(A): convidado(a) por seu/sua professor(a) e funcionário;
PROFESSOR(A) e FUNCIONÁRIO: convidado(a)s por aluno(a);
Ambos ao ESTÚDIO, para dizeres e fazeres, e à CANTINA, para comeres.
QUANDO e ONDE:
ESTÚDIO as 12:00h. da sexta-feira – 24/11/2017 (ao final da aula de alongamento do Prof. Cyro - uma hora antes do final da feira da av. dos Bancários), e
CANTINA, logo à seguir.
QUE TAL?
Ricardo - autor (*) e preposto coordenador, ricardorutiglianoroque@yahoo.com.br , (13)98155-5544;
Cyro – coreógrafo da performance (**);
Cantina “Natural de Mãe”, da aluna Camila, parceria anfitriã - cede cantina e bolo, este servido após os salgados (***);
Marathon Academia, dos profs. Renato e Flávia; parceira anfitriã: cede estúdio, e media custeio via "feetcoins" (****);
* dizer poético – solo: empresta à audição seus autorais dizeres: Fortaleza da Barra Grande, O Dia e O Sonho e, à cada leitura individual, sua coautoral obra antológica: Haicai Caiçara, com tercetos seus e de seus pares haicaistas;
** gestual – coletivo, coreografado pelo prof. Cyro;
*-** livre performance – dizer ou gestual: de memória por cada um que queira, em cúmplice prestígio de seu convidado par, também na:
. entrega de presente – aos aniversariantes Cyro – professor, e Camila – aluna: obra de arte autoral de artista prata da casa;
*** buffet - bolo e salgado: este servido ao aluno que avisar a seu cantineiro com 7 dias de antecedência, preferido a ser degustado por este aluno e seu professor convidado, para terem, assim, o que comer;
**** custeio coletivo – presentes e buffet: mediante "feetcoins" cedidos por alunos, generosa e compulsoriamente desses prepostos anfitriões; mediado desconto pela Marathon, isto acrescido de complementar liberação de "feetcoins", antecipados frente ao tempo exíguo para uma individual obtenção.
***** VOCÊ!
rrr./ Programa de Saúde Ambiental - autoral.
E stúdio!
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R efeição!
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N ovembro.
rrr./
FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO MARATHON – 2017, corpo discente e docente em parceria (12:00h. da última sexta-feira de novembro – 24/11/2017):
ALUNO(A): aniversário da Camila;
PROFESSOR(A) e FUNCIONÁRIO: aniversário do Cyro;
ALUNO(A): convidado(a) por seu/sua professor(a) e funcionário;
PROFESSOR(A) e FUNCIONÁRIO: convidado(a)s por aluno(a);
Ambos ao ESTÚDIO, para dizeres e fazeres, e à CANTINA, para comeres.
QUANDO e ONDE:
ESTÚDIO as 12:00h. da sexta-feira – 24/11/2017 (ao final da aula de alongamento do Prof. Cyro - uma hora antes do final da feira da av. dos Bancários), e
CANTINA, logo à seguir.
QUE TAL?
Ricardo - autor (*) e preposto coordenador, ricardorutiglianoroque@yahoo.com.br , (13)98155-5544;
Cyro – coreógrafo da performance (**);
Cantina “Natural de Mãe”, da aluna Camila, parceria anfitriã - cede cantina e bolo, este servido após os salgados (***);
Marathon Academia, dos profs. Renato e Flávia; parceira anfitriã: cede estúdio, e media custeio via "feetcoins" (****);
* dizer poético – solo: empresta à audição seus autorais dizeres: Fortaleza da Barra Grande, O Dia e O Sonho e, à cada leitura individual, sua coautoral obra antológica: Haicai Caiçara, com tercetos seus e de seus pares haicaistas;
** gestual – coletivo, coreografado pelo prof. Cyro;
*-** livre performance – dizer ou gestual: de memória por cada um que queira, em cúmplice prestígio de seu convidado par, também na:
. entrega de presente – aos aniversariantes Cyro – professor, e Camila – aluna: obra de arte autoral de artista prata da casa;
*** buffet - bolo e salgado: este servido ao aluno que avisar a seu cantineiro com 7 dias de antecedência, preferido a ser degustado por este aluno e seu professor convidado, para terem, assim, o que comer;
**** custeio coletivo – presentes e buffet: mediante "feetcoins" cedidos por alunos, generosa e compulsoriamente desses prepostos anfitriões; mediado desconto pela Marathon, isto acrescido de complementar liberação de "feetcoins", antecipados frente ao tempo exíguo para uma individual obtenção.
***** VOCÊ!
rrr./ Programa de Saúde Ambiental - autoral.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Escrever!
É
S ua
C onstrução
R edentora!
E scrita
V ívida,
E m
R emissão!
rrr./
E legia!
S e
C onsoante
R eluta,
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V ogal.
E ntroniza,
R eina!
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R eina!
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Buraco na Casa da Palavra!
("A Grande Surpresa da Minha Vida!")
"Imoral é somente estar morto-vivo, extinguir o sol dentro de si e ficar ocupado em extinguí-lo nas outras pessoas" - D. H. Lawrence.
Como proteger a palavra?
Tentou-se cavar um buraco negro, no mar daqui, com saques a metais nobres, trazidos do Rio da Prata, por navios fundeados em nosso povoado, protegidos por cascos forjados em cobre, pelo ferreiro Withal, casado com a filha de Adorno - senhor de engenho de cana de açúcar, no século XVI.
Obstada fluidez de pensamento, em singradas águas de nossos mares, como em avenida, esta metrificada por semáforos. Em seu asfalto o testado limite.
Tentou-se cavar um buraco branco, na praia daqui, com lojas no emissário submarino, em meio à fluidez de pensamento, que se mantém em caminhada sobre suas areias.
Tenta-se obstar pensamentos forjados em tantas caminhadas, com lojas empilhadas sobre buraco descolorido, cavado desde a casa da palavra, esta afastada, assim, da dança de roda, por ausente sabor de fruto da cultura caiçara.
O pior castigo é o desprezo, este merecido por quem decreta sem diálogo! Denotada parcialidade! Esta em qual parte? Naquela que não lê ou na que tampouco escreve? Relevar é preciso. Seguir. Descer na correnteza, sim, mas nadar de braçadas e sorrir. As vezes se é transversal pra despertar, mas longitudinal para sonhar acordado.
rrr./
"Imoral é somente estar morto-vivo, extinguir o sol dentro de si e ficar ocupado em extinguí-lo nas outras pessoas" - D. H. Lawrence.
Como proteger a palavra?
Tentou-se cavar um buraco negro, no mar daqui, com saques a metais nobres, trazidos do Rio da Prata, por navios fundeados em nosso povoado, protegidos por cascos forjados em cobre, pelo ferreiro Withal, casado com a filha de Adorno - senhor de engenho de cana de açúcar, no século XVI.
Obstada fluidez de pensamento, em singradas águas de nossos mares, como em avenida, esta metrificada por semáforos. Em seu asfalto o testado limite.
Tentou-se cavar um buraco branco, na praia daqui, com lojas no emissário submarino, em meio à fluidez de pensamento, que se mantém em caminhada sobre suas areias.
Tenta-se obstar pensamentos forjados em tantas caminhadas, com lojas empilhadas sobre buraco descolorido, cavado desde a casa da palavra, esta afastada, assim, da dança de roda, por ausente sabor de fruto da cultura caiçara.
O pior castigo é o desprezo, este merecido por quem decreta sem diálogo! Denotada parcialidade! Esta em qual parte? Naquela que não lê ou na que tampouco escreve? Relevar é preciso. Seguir. Descer na correnteza, sim, mas nadar de braçadas e sorrir. As vezes se é transversal pra despertar, mas longitudinal para sonhar acordado.
rrr./
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Capivara em Mogi.
(“A Arte de Amar”!)
Caminha à passos lentos, mas nada firme em sua odisseia.
Aporta pelo caminho, para descanso de seu par.
Mantém o ritmo à favor da corrente, ao descer o rio.
Permite aludir, em tal procura, uma melhor paragem.
Úmido estar para maior mobilidade.
Sonho desperto para dormir alhures.
Determinada noite é chegada.
Ao casal o laurel.
Uma atração em espelhado oásis, em seu frutífero determinismo, este esparramado à margem.
Sua invasão à raia olímpica, para seu simples ser.
Para ver sem ser vista, a Capivara brinca invisível, apenas pelos demais, mas aparece naquilo que fluí, agora sua doce praia.
Há torcida, mesmo em sutil ausência desde o Alto do Tietê.
Os filhotes da Capivara em coleção dágua.
Manhã de sol se aproxima.
É sabida a permissão.
Manifesta é a festa.
rrr./
Caminha à passos lentos, mas nada firme em sua odisseia.
Aporta pelo caminho, para descanso de seu par.
Mantém o ritmo à favor da corrente, ao descer o rio.
Permite aludir, em tal procura, uma melhor paragem.
Úmido estar para maior mobilidade.
Sonho desperto para dormir alhures.
Determinada noite é chegada.
Ao casal o laurel.
Uma atração em espelhado oásis, em seu frutífero determinismo, este esparramado à margem.
Sua invasão à raia olímpica, para seu simples ser.
Para ver sem ser vista, a Capivara brinca invisível, apenas pelos demais, mas aparece naquilo que fluí, agora sua doce praia.
Há torcida, mesmo em sutil ausência desde o Alto do Tietê.
Os filhotes da Capivara em coleção dágua.
Manhã de sol se aproxima.
É sabida a permissão.
Manifesta é a festa.
rrr./
domingo, 24 de setembro de 2017
Roque de Torres.
Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora,
reconheço que mudei bastante - Osman Lins, em
A Partida.
Tio "Sukita" na idade do lobo – uma propaganda, em paquera àquela já não tão menina, esta cordeiro natural que evoca ataque com a certeza de resultar em submissão.
- Aguarda-se sua retratação, mesmo você tendo aprendido de forma imanente!
Ao transferir essa sensação de busca de sucesso, incessante e à qualquer preço, que pague o preço!
- Há uma mão que cuida, à cintura dela, o que faz contraponto à minha postura – agora perceptível em foto, de uma ação sem regras, como se tivesse sido tirada num "não lugar".
Ao clicar se torna protagonista em cenário, distópicos, até ali utópicos de homem público em "parque olímpico", ambos cedidos ao show de rock, onde se pressupõe respeito à jovem – ali retratada como "paisagem", tornada protagonista na foto, até então coadjuvante relaxada e anônima, em uma não pose!
- "Lambe-lambe" fotografaria e exporia em binoclinho tal foto ao fotografado primeiramente, mas a ser vendido a qualquer outro que se interessasse. Foi tentado, ao menos àquela moça flagrada, a venda de tal instantâneo!?
- Ah, vá! Minha postura qualquer nota, compulsória ao jogar-lhe culpa por faltar-lhe burca, obstaculizaria tal venda! Sinto muito!
Tal homem público foi ao Rock in Rio, onde deitado na grama fotografou, de baixo pra cima, uma menina pelas costas e, sem consentimento dela - talvez menor em idade legal, postou tal instantâneo na internet. Por isto se comenta.
- Depuro em minha cabeça, com bom humor, mas, quem preferir fica no humor escolhido, porém eu já relevo.
Medo é bom, pois faz pensar, porém numa turma junta, ganha atenção aquele com proposta mais ousada, posando de "corajoso".
- Busco meu alterego, este escolhido até sob crivo de um superego coletivo, mas, mesmo longe de simples ego de outrem, em sinergia agora.
Adjetivar seria um obstáculo, àquele homem chamado à retaguarda, para se conscientizar. Que se releve, com coragem, ao se sentir retratada torre que consiga, assim, se enxergar na outra, para poder trocar de lugar com ela.
rrr./
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Quinto Elemento.
Os galhos secos e retorcidos da árvore à frente de outra, esta com suas flores - pensada moldura, dão efeito de estilhaço ao vidro do prédio ao fundo, e pegam o protagonismo pra si!
rrr./
rrr./
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