segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Assma Gabriela.

A
S ua
S abedoria
M e
A ntecede.

G anha
A
B ase -
R adicaliza.
I nvoca
E xultante
L imite -
A lém.

rrr./

Francisco Ubaldo.

F azer
R egistro
A o
N adar -
C ustomiza
I matura
S egurança
C olegial
O bstinada.

U ne
B eleza
A o
L adrado!
D ivaga
O ntologia.

rrr./

domingo, 17 de setembro de 2017

A Garrafa Reflete o Jogo.


É no ínfimo que eu vejo a exuberância – Manoel de Barros, em Livro sobre Nada.

   - Encimo cachimbo, tal qual minha fábrica a chaminé! 
   - Ambas nuvens de fumaça o encobre!
   - Mão jogadora só a sua aparece!
   - Minha garrafa a reflete?
   - O vidro convexo a expõe.
   - Você antecipa meu descarte?
   - Prefiro sorver seu conteúdo, servido em taças!
   - A cor de vinho tinto é a do meu sangue.
   - Flui para se saborear.
   - O que cai ao chão é o que resta aos meus!
   - Minha cartola me protege, sua avistada mortalha.
   - Meu chapéu claro o ilumina.
   - Avisto do alto de minha ereta coluna.
   - Já a minha sinto curvada.
   - Ninguém nos olha!
   - Meu abandono o protege.
   - Sua exuberância capitula sob meu jugo!
   - Seu jugo é meu jogo.
   - Se eu julgo, você joga?
   - Obedeço!

Os Jogadores de Cartas, de Paul Cézanne, serve de argumento a esse conto - https://g.co/kgs/tqochp . 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

“Luzes na Sombra” - Conto, editado.

O Abandono me protege – Manoel de Barros, em
Livro sobre Nada.

   Concebida em afresco, neste seu respirar. Você passa o caminho. Sombreiam redentoras mãos. Paira semblante que avista. Olhar acolhe primazia. 
   - Já que é uma manifestação ao evento Histórico, cabe um registro. 
   Está fora de indutora leitura diária, esta que criaria hábito saudável. Todavia, há esse acesso tardio e restritivo ao leitor de ficção, sem seu acolhimento. Hoje é rareado espaço, assim tornado. 
   Solta-se espaço lúdico. Convida areia à bola. Tranças e boina à espera. 
   - Alusão ao espaço cedido à ficção? 
   Divide-se submissa em aulas. Baila no salão à bonequinha. Tarde em música à espreita. 
   - Reconhecida como importante se tornada cotidiana leitura em jornal, preconizada assim, de um conto por dia. Por isto. 
   Chama quem carrega o infante, essa em abreviada vida. Sorri àquele que fica. Flamba. Paira sobre chuvosas nuvens. 
   - Mas, agora já existe o blog - forma disponível e democrática, ao menos pro internauta. 
   O que torna menos devastadora a restrição imposta à impressa, antes em tão aberta e rotineira acolhida à ficção. 
   - Isto se pensado em novos leitores a serem criados. 
rrr./

Baluarte à Ficção em Jornal.


   Já que é uma manifestação ao evento Histórico, sem acesso ao conteúdo na foto, cabe um registro. Alusão ao espaço cedido à ficção, esta reconhecida como importante se tornada cotidiana leitura, em jornal - o Flávio Viegas Amoreira preconiza a leitura de um conto por dia (por isto).
   Está fora de indutora leitura diária, esta que criaria hábito saudável. Todavia, há esse acesso tardio e restritivo ao leitor de ficção, sem seu acolhimento. Hoje é rareado espaço, assim tornado. 
   Mas, agora já existe o blog - forma disponível e democrática, ao menos pro internauta, o que torna menos devastadora a restrição imposta à impressa, antes em tão aberta e rotineira acolhida à ficção. Isto se pensado em novos leitores a serem criados.
   Parabéns a seu baluarte, Flávio. 
   Abraços.
rrr./

domingo, 10 de setembro de 2017

"Luzes Sobre Sombra".

“Luzes na Sombra”

O Abandono me protege – Manoel de Barros, em Livro sobre Nada.

   Concebida em afresco, neste seu respirar. Você passa o caminho. Sombreiam redentoras mãos. Paira semblante que avista. Olhar acolhe primazia.
   Solta-se espaço lúdico. Convida areia à bola. Tranças e boina à espera.
   Divide-se submissa em aulas. Baila no salão à bonequinha. Tarde em música à espreita.
   Chama quem carrega o infante, essa em abreviada vida. Sorri àquele que fica. Flamba. Paira sobre chuvosas nuvens.

rrr./

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Brevidade!

B asta
R econhecer,
E xumando
V ida,
I ntensa
D ensidade
A locada -
D adivosa
E scrita!
rrr./