Pensil à Ponte - Saturnino de Brito.
Jardim dessa praia
empresta perfume.
Na Camélia há
a ternura alva,
um presente ao frio -
anuncia rega.
Em nosso sentir
evocação seca,
mas tão generoso -
traz contraste à
fala que apaixona,
para que encante.
Enquanto os barcos
levavam seus frutos,
prancheta à mão
elegante gesto -
despinguela tempo,
nessa passagem.
Antigo trabalho.
Regiões nativas.
O inegável une.
Nutrida ontológica!
De emaranhados
banhados, regatos.
Tão navegável
quanto onipresente,
se presta à caminho -
nosso Mar Pequeno,
vai do continente
à ilha vizinha.
Em certeza há
viver o presente.
Transcendente sábio -
do Catiapoã
vai ao Japuí,
justo à viagem.
Sugestiva Arte
a mente sacia -
música em alma.
Flutua em bruma
o meu pensamento
matéria celeste.
rrr.
domingo, 18 de junho de 2017
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Lebiste no Canal - Seu Porto, Meu Parto.
Lebiste no Canal - Seu Porto, Meu Parto.
Retornas líquida,
carícia à ponta -
mucosa quente,
dente aporta.
Fechados olhos -
sentir-te inspira.
Querer eterno -
expiras posse.
Vai-vem da água,
presente agora,
perfume à boca,
recebes beijo.
Mitômano impõe
o querer asfalto,
a Cultura supõe
Caiçara praia
Fandango catraia,
pescar em mar alto.
Estacionar carro -
pleito tão impróprio,
cimenta canal
nariz de Pinóquio,
em destombamento
pra um rolamento.
Peixinho alerta,
comporta aberta,
vai ao oceano,
vereador bão
é aquele mano /
tombamento são.
Sêmen agiliza
pro espermatozóide,
carro paralisa -
canal com lebiste,
este ao comer larva
mosquito inexiste!
Canal referência
nossa Santos é
água com um brilho,
tenha paciência,
no jardim da praia,
querer monotrilho.
Complexo de Bárbie -
sobre o canal,
acontece nada
pra sua amada,
claudica ação
sem a sua mão.
Ida à cavaleiro,
mas é um meieiro,
todo amedrontado
se perpetuado -
estacionamento,
só apressamento.
Bizarro rato é,
bueiro pra fora/
força da maré -
canal num vulcão,
se fechado agora,
haverá pressão.
Luz resoluta -
calor o teu.
Brinco enroscado -
meu sentir frio.
Nasço de ti -
canal estreito.
Meu mar deixado,
oceano à frente.
Respiro-te,
cama no parto -
chego ao mundo,
meu universo.
rrr.
Retornas líquida,
carícia à ponta -
mucosa quente,
dente aporta.
Fechados olhos -
sentir-te inspira.
Querer eterno -
expiras posse.
Vai-vem da água,
presente agora,
perfume à boca,
recebes beijo.
Mitômano impõe
o querer asfalto,
a Cultura supõe
Caiçara praia
Fandango catraia,
pescar em mar alto.
Estacionar carro -
pleito tão impróprio,
cimenta canal
nariz de Pinóquio,
em destombamento
pra um rolamento.
Peixinho alerta,
comporta aberta,
vai ao oceano,
vereador bão
é aquele mano /
tombamento são.
Sêmen agiliza
pro espermatozóide,
carro paralisa -
canal com lebiste,
este ao comer larva
mosquito inexiste!
Canal referência
nossa Santos é
água com um brilho,
tenha paciência,
no jardim da praia,
querer monotrilho.
Complexo de Bárbie -
sobre o canal,
acontece nada
pra sua amada,
claudica ação
sem a sua mão.
Ida à cavaleiro,
mas é um meieiro,
todo amedrontado
se perpetuado -
estacionamento,
só apressamento.
Bizarro rato é,
bueiro pra fora/
força da maré -
canal num vulcão,
se fechado agora,
haverá pressão.
Luz resoluta -
calor o teu.
Brinco enroscado -
meu sentir frio.
Nasço de ti -
canal estreito.
Meu mar deixado,
oceano à frente.
Respiro-te,
cama no parto -
chego ao mundo,
meu universo.
rrr.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Lebiste no Canal.
Lebiste no Canal.
Mitômano impõe
o querer asfalto,
a Cultura supõe
Caiçara praia
Fandango catraia,
pescar em mar alto.
Estacionar carro -
pleito tão impróprio,
cimenta canal
nariz de Pinóquio,
em destombamento
pra um rolamento.
Peixinho alerta,
comporta aberta,
vai ao oceano
vereador bão
é aquele mano /
tombamento são.
Sêmen agiliza
pro espermatozóide,
carro paralisa -
canal com lebiste,
este ao comer larva
mosquito inexiste!
Canal referência
nossa Santos é
água com um brilho,
tenha paciência,
no jardim da praia,
querer monotrilho.
Complexo de Bárbie -
sobre o canal,
acontece nada
pra sua amada,
claudica ação
sem a sua mão.
Ida à cavaleiro,
mas é um meieiro,
todo amedrontado
se perpetuado -
estacionamento,
só apressamento.
Bizarro rato é,
bueiro pra fora/
força da maré -
canal num vulcão,
se fechado agora,
haverá pressão.
rrr.
Mitômano impõe
o querer asfalto,
a Cultura supõe
Caiçara praia
Fandango catraia,
pescar em mar alto.
Estacionar carro -
pleito tão impróprio,
cimenta canal
nariz de Pinóquio,
em destombamento
pra um rolamento.
Peixinho alerta,
comporta aberta,
vai ao oceano
vereador bão
é aquele mano /
tombamento são.
Sêmen agiliza
pro espermatozóide,
carro paralisa -
canal com lebiste,
este ao comer larva
mosquito inexiste!
Canal referência
nossa Santos é
água com um brilho,
tenha paciência,
no jardim da praia,
querer monotrilho.
Complexo de Bárbie -
sobre o canal,
acontece nada
pra sua amada,
claudica ação
sem a sua mão.
Ida à cavaleiro,
mas é um meieiro,
todo amedrontado
se perpetuado -
estacionamento,
só apressamento.
Bizarro rato é,
bueiro pra fora/
força da maré -
canal num vulcão,
se fechado agora,
haverá pressão.
rrr.
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Maíra Chasseraux
M inha
A lerta
Í ris,
R emonta
À
C hama,
H oje
A mansa
S eu
S emblante,
E m
R estinga
A ninha
Ú mida
X ixová.
A lerta
Í ris,
R emonta
À
C hama,
H oje
A mansa
S eu
S emblante,
E m
R estinga
A ninha
Ú mida
X ixová.
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Pai Nosso Pão.
Torço por sua existência,
ativa amorização,
encontro-o natureza.
Enxergo-o água –
fruído sentir,
presente-ausente.
Aromatizado,
traduzido em verbo –
emoção que vai.
Além do relicário –
está pulsante lá,
pisando a areia.
Paladar que amo,
transcende o querer,
audição do sonho.
domingo, 1 de março de 2015
Coragem Laureada.
Risonho é seu avistar de gente...
Evita marionete – suástica,
que enlameia, emascula morte.
Malfadado prevaricar agora.
Lindo amanhecer - unicidade.
Há, ao reverenciar, o retorno,
entronizada exceção ao voto
vilipendiado com ruptura,
aquartelada revolução, né!?
Resiliente alma, olhar...
Ruiu e não insista indivíduo,
cativado com a atividade,
retrógrada, como reminiscência
que paute apenas sua vitória.
Versos de Ricardo Rutigliano Roque, no link:
http://ricardorutiglianoroque.blogspot.com.br/2015/03/coragem-laureada.html .
http://ricardorutiglianoroque.blogspot.com.br/2015/03/coragem-laureada.html .
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Laura.
L indo
A manhecer -
U nicidade...
R esiliente
A lma.
Laura - acróstico, de Ricardo Rutigliano Roque, no link:
http://ricardorutiglianoroque.blogspot.com.br/2015/02/laura.html .
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